14 de maio de 2019
Por Palmir
Sindmassa-MS apóia a greve nacional da educação no dia 15

Na primeira semana de maio de 2019, o governo de Jair Bolsonaro anunciou mais um duro ataque à educação pública, com o corte de quase R$ 6 bilhões em sua verba, atingindo desde a educação básica ao ensino superior.

Deste corte, aproximadamente 40% foi do ensino básico, 35% dos Institutos Federais (IFs) – antigos centros de educação tecnológica – 25% das Universidades Federais. Tal medida contradiz totalmente o discurso do governo de tirar do ensino superior para priorizar o ensino básico. Assim, os já reduzidos recursos destinados ao ensino foram ainda mais rebaixados.

Neste cenário nefasto, que conta ainda com a reforma da Previdência no horizonte dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros/as – forçando-os a trabalharem até morrer – as entidades sindicais da área da educação aprovaram grandes mobilizações a serem realizadas neste 15 de maio, dia da Greve Geral em defesa da Educação e contra a reforma da Previdência.

Nesta data, serão realizadas assembleias, atos, mobilizações, panfletagens nas praças, nos locais de trabalho, nas ruas da cidade, com objetivo de explicar como a reforma da Previdência impactará na vida da classe trabalhadora. Em Campo Grande, um dos atos acontece na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, localizada na Av. Costa e Silva, 1500. A concentração começa às 9h, no gramado do pontilhão em frente à UFMS.

O SINDMASSA-MS – Sindicato Intermunicipal dos Empregados Vinculados nas Indústrias de Fabricação de Massa Alimentícias, Biscoitos, Macarrão, Panificação, Confeitaria, Laticínios, Frigoríficos Abatedores de Bovinos, Suínos, Levinos, Aves, Carnes e Produtos Derivados do Estado de MS manifesta sua solidariedade à greve dos trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul e do Brasil, destacando a importância da educação pública e de qualidade em nosso País.

A direção do Sindmassa-MS, entende que o governo faz um corte que vai acabar com os Institutos e Universidades Federais e a demanda vai para o setor privado e quem preside a Associação Nacional das Universidades particulares do Brasil é Margareth Guedes, irmã do posto Ipiranga de Bolsonaro, Paulo Guedes, ministro da Economia, denuncia o sindicato.

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Campo Grande/MS