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Ferrovia Brasil-Peru pode deixar MS fora do novo corredor de exportação para a Ásia

  • sindmassa
  • 25 de jul.
  • 2 min de leitura
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Projeto bilionário com apoio da China ignora Mato Grosso do Sul e ameaça esvaziar rota via Porto Murtinho


Campo Grande (MS) - A assinatura do acordo entre os governos do Brasil, China e Peru para a construção da Ferrovia Transoceânica acendeu um alerta vermelho para Mato Grosso do Sul. O projeto, que prevê uma linha férrea de 4.500 km ligando o Atlântico ao Pacífico, não passa pelo território sul-mato-grossense e poderá desviar as principais rotas de exportação da região Centro-Oeste para fora do Estado.


A ferrovia sairá do porto de Ilhéus (BA), passará por Goiás, Mato Grosso, Rondônia, Acre e Peru, chegando ao porto de Chancay, no litoral pacífico peruano. Ao todo, o traçado cruza estados que já são protagonistas no agronegócio e que, com o novo eixo logístico, devem ganhar ainda mais competitividade.


🚛 Rodovia via Murtinho perde força


Mato Grosso do Sul vinha apostando no Corredor Rodoviário Bioceânico via Porto Murtinho, que liga o Estado ao Chile através do Paraguai. No entanto, com o avanço da ferrovia financiada pela China, o modal rodoviário pode se tornar obsoleto para grandes volumes de exportação, especialmente para a Ásia.


A comparação é clara:

• Rodovias: custo médio entre R$ 0,16 e R$ 0,26 por tonelada-quilômetro

• Ferrovias: custo estimado entre R$ 0,04 e R$ 0,08 por tonelada-quilômetro


Além disso, a ferrovia promete reduzir em até 12 dias o tempo de entrega de cargas entre o Brasil e os portos asiáticos.


⚠️ MS pode perder protagonismo logístico


Caso nada seja feito, o Estado corre o risco de ficar à margem do novo fluxo logístico do agronegócio nacional. Com isso, podem ser afetados:

• Receitas de ICMS e pedágios

• Cadeias de frete, armazenagem e serviços logísticos

• Empregos e investimentos na região de fronteira


📣 Alerta às autoridades


O MS de Fato reforça a necessidade de mobilização urgente das seguintes lideranças:

• Governo do Estado de Mato Grosso do Sul

• Bancada federal no Congresso

• Famasul, Fecomércio, Fiems, Sindicatos e Prefeituras


É hora de buscar alternativas:

• Conectar a malha ferroviária ao território sul-mato-grossense

• Negociar compensações no Plano Nacional de Logística

• Pressionar por ramais que integrem MS à Ferrovia Brasil–Peru




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